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opontodagua
Distribuidora de ÁGUA MINERAL


QUEM SOMOS
Em Janeiro de 2016 foi inaugurada a Distribuidora de Água Mineral - OPONTODAGUA. Nesses 10 anos, atendemos clientes da Vila Mariana, Paraíso, Paulista e região com produtos e serviços diferenciados.
Selecionamos as melhores marcas de água mineral, buscamos as melhores práticas e processos para atender a sua necessidade de consumo – em galões ou em embalagens descartáveis, de modo amigável, confortável e com total confiança.

ÁGUA E SAÚDE
Informação de caráter comercial
Na medicina, água corporal é todo o conteúdo de água no corpo humano.
Uma parte significante do corpo humano é composta de água. Cerca de 75% do peso de um músculo é composto por água. O sangue por sua vez contém 95% de água, a gordura corporal 14% e o tecido ósseo 22%. O corpo humano possui cerca de 65% de água em homens adultos e 60% em mulheres adultas.
Essa diferença se deve à maior porcentagem de gordura corporal (com menor conteúdo de água) e à menor porcentagem de massa muscular (com maior conteúdo de água) das mulheres em relação aos homens. A água corporal é regulada por hormônios, incluindo o hormônio antidiurético (ADH), a aldosterona e o peptídeo natriurético atrial.
É preciso manter o consumo diário de 2 a 3 litros de água para o bom funcionamento do nosso corpo, fundamental para a manutenção de uma boa saúde.
Informação de caráter comercial
O percentual de água no nosso organismo varia com o tempo. À medida em que o ser humano envelhece, a porcentagem de peso corporal total representada pela água diminui gradualmente.
As mulheres, em geral, têm menos água total no organismo devido à maior quantidade de tecido adiposo subcutâneo.
Na média, a proporção de água no corpo humano é idêntica à proporção entre terras emersas e águas na superfície do planeta Terra, coincidência!
O percentual de água no organismo humano diminui com a idade:
entre 0 e 2 anos de idade é de 75 a 80 %.
entre 2 e 5 anos cai para 70 a 75%
entre 5 e 10 anos fica entre 65 a 70%
entre 10 e 15 anos diminui para 63 a 65%
entre 15 e 20 anos atinge 60 a 63%
entre 20 e 40 anos esse teor de água no corpo humano fica entre 58 a 60%
entre os 40 e os 60 anos, essa percentagem cai para 50 a 58%
acima de 60 anos, esta percentagem cai um pouco mais.
Informação de caráter comercial
O corpo humano, como uma "fábrica", tem vários processos e sistemas e todos eles utilizam de alguma forma a água, que é consumida, utilizada e eliminada – em maior ou menor quantidade - tudo isso de forma constante. Portanto, devemos consumir água ao longo do dia, mesmo quando não sentimos sede.
Cerca de 47% da água que consumimos – vem da forma líquida (água, sucos, chás, café, etc.), 14% da respiração celular (é importante estar em um local com mínimo de umidade) e 39% vem de alimentos ( vegetais possuem muita água em sua composição). A água é a molécula mais importante do corpo humano, predomina em abundância no nosso organismo. Toda água que entra no corpo, sai. Caso contrário, seria um enorme ganho de peso, cotidiano. Um quilo por litro.
Como a água sai do corpo humano? Cerca de 20% sai pela transpiração e mais 15% pela respiração. Essas porcentagens podem variar segundo o grau de atividade de cada indivíduo. Pelas urinas e fezes é excretado o essencial da água absorvida (65%). A água circula pelo corpo humano como nos ecossistemas.
Muitos preocupam-se em não poluir os rios. A poluição também chega às suas veias e artérias em consequência de uma alimentação inadequada, da absorção de drogas, da respiração de uma atmosfera contaminada etc. A água, um pouco como o papel, aceita quase tudo.
O corpo tenta metabolizar toda essa poluição, a dos "lixos" ingeridos inconscientemente. Os rins filtram tudo o que podem. A bexiga acumula e excreta o possível.
Beber água sem nada, nem gás, é permitir um maior poder de solução e de dissolução. Para água corporal é difícil dissolver tanta coisa absorvida pela boca, sobretudo quando os próprios líquidos ingeridos já vêm carregados de sais, açúcares, ácidos e acidulantes, corantes e edulcorantes, extratos e antioxidantes, benzoato de sódio, sorbato de potássio e tantas outras substâncias contidas, por exemplo, em um refrigerante.
Informação de caráter comercial
A água exerce, no organismo, diversas funções essenciais. Age como principal solvente do organismo e de toda matéria viva, permitindo e possibilitando a ocorrência das reações químicas. A despeito de ser essencial à vida, tem importante participação nos processos fisiológicos e de transporte de substâncias, desde a digestão até a absorção e excreção.
O corpo humano não funciona como uma caixa d´água, ou seja, não consegue estocar a água que se consome. Ela é eliminada diariamente e em grandes quantidades pelo suor, urina, fezes e outras funções do corpo. Por isso, a água precisa ser reposta constantemente.
Reduzindo-se os níveis de água no organismo, ele passa a trabalhar com menor intensidade, visando poupar líquidos e prevenir a desidratação. O organismo humano possui diversos mecanismos de defesa. A hipófise, localizada no cérebro, ao sentir a insuficiência de água secreta o hormônio antidiurético no sangue, que, por sua vez, estimula os rins a reter o máximo viável de água. Assim, recomenda-se a ingestão diária, de 2 a 3 litros de água ao longo do dia.
Por meio da água, os nutrientes, as moléculas e as demais substâncias orgânicas são transportadas pelo corpo. A água auxilia na regulação do equilíbrio térmico, ou seja, na manutenção da temperatura corporal. Graças a ela, o nosso intestino e o nosso sistema circulatório funcionam. Além disso, a água estimula e faz funcionar os rins, eliminando as toxinas pelas vias urinárias. A pele adquire um aspecto saudável quando ingerimos água regularmente. Tem ainda a função de lubrificar a mastigação, deglutição, excreção e auxiliar as articulações.
Quando deixamos de ingerir água, o organismo entra em processo de desidratação. A desidratação ocorre quando a eliminação de água do corpo é maior que a sua ingestão. Normalmente, a insuficiência de água faz com que a concentração de sódio no sangue aumente. Diversas são as causas da desidratação: dentre elas o vômito, a diarréia, o uso de diuréticos, o calor excessivo, a febre e a redução da ingestão de água por qualquer razão. O diabetes pode, também, provocar a perda excessiva de água.
Quando a quantidade de água ingerida não consegue compensar a perda, a desidratação torna-se efetiva e mais grave. A desidratação diminui a sudorese e a quantidade de urina. Fique de olho na urina para saber se você está hidratado ou não. Se a urina estiver clara, é porque está tudo bem. Entretanto, se estiver com aspecto escuro, seu organismo está clamando por mais líquidos. A carência de água no organismo, dentre outras manifestações negativas, deixa a boca seca, os lábios rachados, uma sensação de letargia, confusão mental e ocorre diminuição da produção de urina.
Esses são sintomas de desidratação que, além de diminuir as reservas de água do corpo humano, reduzem os níveis de importantes minerais, como cloreto de sódio, sais de potássio, etc. Os eletrólitos também ficam mais concentrados se não houver reposição hídrica. Podem acontecer problemas cardiológicos, diminuição do fluxo sanguíneo para os tecidos e prejuízos gerais para o organismo. A água pura, na realidade, é a melhor forma de manter o organismo hidratado.
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ÁGUA MINERAL ≠ ÁGUA POTÁVEL – Além de potável, deve ter propriedades medicamentosas.
Água mineral, conforme dita a legislação brasileira, é aquela proveniente de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possua composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns, com características que lhe confira uma ação medicamentosa.
Não deve ser confundida com a água potável, que é uma água de composição normal, que preenche tão-somente as condições de potabilidade para a região.
A água da superfície percola através do solo, atingindo camadas profundas da superfície da terra, onde fica retida – assumindo características de sua passagem e do seu destino – onde fica retida.
A região de onde ela foi retirada confere a ela suas características. Assim, de uma determinada fonte é retirada água com uma “assinatura” quase que única.
Estas características têm uma definição físico-química, onde são avaliadas a composição, temperatura, gaseificação, potencial hidrogeniônico (PH), cor, odor, etc. Esta análise permite recomendar, terapeuticamente, cada tipo de água para uma determinada finalidade.
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PH significa "potencial Hidrogeniônico", uma escala logarítmica que mede o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade de uma determinada solução. Este conceito foi introduzido em 1909 pelo químico dinamarquês Søren Peter Lauritz Sørensen. O pH varia de acordo com a temperatura e a composição de cada substância (concentração de ácidos, metais, sais, etc.). A escala compreende valores de 0 a 14, sendo que o 7 é considerado o valor neutro. O valor 0 (zero) representa a acidez máxima e o valor 14 a alcalinidade máxima. Valores abaixo de zero ou superiores a 14 também podem ser verificados em algumas substâncias.
As substâncias são consideradas ácidas quando o valor de pH está entre 0 e 7 e alcalinas (ou básicas) entre 7 e 14. Seguem, abaixo, algumas soluções e respectivos valores de pH:
Vinagre: 2,9 Coca-Cola: 2,5 Saliva humana: 7,0 Água natural: 7,0 Água do mar: 8,0 Cloro: 12,5
Para manter o equilíbrio do pH é importante evitar alimentos com pH baixo (refrigerante, café, etc.) e consumir alimentos alcalinos como vegetais, frutas com pouco açúcar, etc.
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Todos os fluidos do corpo humano têm um pH específico – considerado normal
pH do sangue humano – em torno de 7,4. - Alcalino
pH da Saliva – em torno de 7,0 - Neutro
pH dos sucos gástricos presentes no estômago - em torno de 2,5 - Ácido
pH da massa presente no intestino- em torno de 8,0 - Alcalino
pH da Urina – em torno de 6,0- Ácido.
O corpo humano tem mecanismos que regulam cada um destes fluidos. A alteração destes valores pode indicar um mal funcionamento do organismo. A alimentação ( e como parte dela, os líquidos que ingerimos – água, etc) é um dos fatores que influenciam nisso, no sentido de fazer o corpo humano trabalhar mais ou menos para atingir o valor adequado para cada fluido do corpo humano.











